Entrevista

19 de maio de 2012

Entrevista com Orpheus, projeto do israelense Yaniv Gabay

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Escrito por: Marina Tavares
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Orpheus, é o projeto do israelense Yaniv Gabay, que produz músicas desde 2007, e já ganhou dois concursos internacionais de remixes.

Marina – Como você decidiu se tornar um DJ/produtor? Como foi o início?

Orpheus – Desde que eu era criança, tinha interesse pela música, e isto era a única coisa que me fazia sentar e relaxar por um longo tempo. Embora há uns quatro anos atrás, eu nunca havia pensado em ser um músico, eu sempre curti ouvir trance e música clássica, mas nunca havia pensado que essa poderia ser essa, a minha profissão. Morei um tempo no Japão, e um dia, meu irmão me mandou um programa de computador, chamado FL Estúdio, que é um software para fazer música eletrônica. No início, comecei por diversão, e não parei mais, e esse foi o início da minha carreira. Devagar, eu comecei a comprar novos programas de computador, alto falantes, e então voltei para Israel, e fui para um estúdio de música por alguns meses, o que realmente me ajudou. Então construí meu estúdio, e comecei a fazer música profissionalmente.

Marina – Há quanto tempo você toca?

Orpheus - Eu toco em festas e clubes há um ano.

Marina – Você ganhou um concurso internacional em 2009 da Phonokol LTD, e em 2010 da FM Music, me fale sobre isto.

Orpheus - O concurso de 2009, era sobre fazer o remix da track “Future People” do Synsun. Houveram seis ganhadores, e eu fui um deles. Em 2010, houve uma competição para fazer o remix da música “Dreaming”, do Fatali. Ambos os remixes, eu fiz para eles, e foram lançados em lojas digitais.

Marina – Como você escolheu o nome Orpheus para o seu projeto?

Orpheus - Meu irmão veio com esse nome, ele vem da mitologia grega. É o nome de um músico legendário, que a música era tão bonita, que poderia jogar um encanto em todas as criaturas, inclusive os animais e as pedras.

Marina – De onde você tira inspiração para criar novas tracks?

Orpheus - Nem sempre, mas muitas vezes, eu tiro inspiração da música clássica. Geralmente, eu tento misturar músicas eletrônicas modernas, com elementos e instrumentos clássicos.

Marina – Em quais festas e lugares você já se apresentou?

Orpheus - Até agora eu somente me apresentei em Israel, eu ainda não me toquei fora do país, mas tenho alguns projetos que irão se tornar realidade em breve.

Marina – Como você vê a cena eletrônica aqui no Brasil?

Orpheus - A cena eletrônica brasileira é uma das maiores do mundo. Eu sempre quis tocar minha música aí, e espero fazer isso brevemente. Eu inclusive fiz algumas músicas especialmente para o público brasileiro, e eu acredito que vocês irão gostar.

Marina – Você tem planos para gravar um álbum?

Orpheus – Eu lancei um EP chamado “Cruel Symphony”, que todos podem adquirir on line, e no momento, eu estou me preparando para lançar o segundo. Também haverá um álbum pouco tempo depois desse EP.

Marina – Você lançou alguma outra track que não está incluída em “Cruel Symphony”?

Orpheus - A track “Tanuja Dancing”, que eu fiz em parceria com Eran (Point), foi lançada no álbum do Astrix, chamado “Trance for Nations 5″, e ela também irá ser lançada em um EP, pela United Beat Record. A música “Loxur” irá ser lançada em um álbum da Doof Record. Eu também estou trabalhando em um remix, de uma música do X-Noize, que irá ser lançada em breve.

Marina – Quais são os seus planos para o futuro?

Orpheus – Meu plano é trazer um estilo único de música, que ninguém nunca ofereceu no mercado ainda, com poder, uma leve emoção, e notas clássicas, sem comprometer a qualidade e pureza do som.

Confira o som de Orpheus: http://www.facebook.com/pages/ORPHEUS/114605225227847

http://soundcloud.com/orpheus-music

http://www.youtube.com/user/orpheus1321?feature=mhee

http://www.myspace.com/orpheus132




Quem escreveu:

Marina Tavares





 
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