Entrevista

19 de maio de 2012

Entrevista com Phanatic

Mais por »
Escrito por: Marina Tavares
Tags:,

O israelense Kfir Lankry aka Phanatic, que já se apresentou ao redor do mundo, esteve em turnê pelo Brasil e aproveitamos para bater um papinho com ele.

Marina – Como você decidiu se tornar um DJ/ produtor?

Phanatic - No início, em 1997, eu era um ouvinte normal, como todo mundo. Eu realmente amei aquele tipo de música. No ano de 2000, eu recebi minha primeira produção em um software, Impulse Tracker, eu tinha feito músicas horríveis aquela época, somente por diversão. Então no ano de 2003, isso se tornou sério, gravando minha primeira track em uma gravadora.

Marina – Como foi o começo?

Phanatic - Atualmente, eu nunca havia pensado que eu seria o que eu sou hoje, porque isso era um hobby, e foi muito difícil chegar ao sucesso. Eu e Didy (Bizzare Contact), sempre tocavamos essas produções do software juntos, por diversão… Até que um dia, decidimos levar esse hobby a um nível maior, e então nós criamos o projeto Bizzare Contact juntos, e terminamos nossa primeira track na época, “Brain Wash”. Nós estávamos vendendo ela para uma grande gravadora naqueles dias, chamada “Shiva Space Technology”. E foi assim que tudo começou.

Marina – Quais foram as suas influências?

Phanatic - Minhas influências vieram de uma variedade de expressões musicais, como: Chill Out, Drum & Base, Techno, Progressive House, música clássica e etc.

Marina – O que você acha da cena eletrônica brasileira?

Phanatic - Para mim, a cena eletrônica brasileira é uma das maiores do mundo! As festas acontecem todos os finais de semana, no país inteiro, isso é fantástico!

Marina – De onde você tira inspiração para criar novas músicas?

Phanatic - Para criar novas músicas, eu preciso estar com a mente limpa, isso significa que eu não posso criar, quando há algo me importunando. Minha inspiração é minha família e minha adorável namorada.

Marina – Por que você escolheu tocar Full On?

Phanatic - Voltando a 1997, o Full On ainda não existia, mas havia um ritmo muito parecido, o “Nitzhonot”, tipo um antigo Full On. Eu estava apaixonado por esse estilo, por causa da alegre melodia, do ritmo agitado, e da linha do baixo.

Marina – O que você sente quando está se apresentando?

Phanatic - Muita adrenalina! É incrível ver tantas pessoas dançando e sorrindo com a minha música… Nunca me senti assim antes!

Marina – Quais são os seus planos para o futuro?

Phanatic – Meus planos futuros são continuar produzindo, crescer nesse gênero. A música é minha vida!

Confira o som de Phanatic: http://www.Phanaticmusic.com

http://www.Youtube.com/Pmusic5

http://www.Soundcloud.com/Phanatic

http://www.Myspace.com/Phanaticmusic




Quem escreveu:

Marina Tavares





 
Falando Nisso
 

 
 

Entrevista com Gui Oliveira

Gui Oliveira, natural de Belo Horizonte, estudou piano e teclado durante nove anos, além de ouvir música eletrônica desde os sete anos. Começou com disco, house e dance, passou por estilos como techno e trance, até a desco...
by Marina Tavares
0

 
 
 

Entrevista com Ronaldo Galdino FlexB

Ronaldo Galdino, 18 anos, paulista, responsável pelos projetos FlexB e FlexSTEP, nós fala um pouco sobre sua trajetória e planos para o futuro. Marina – Conte-me um pouco de sua história e quando você começou a toca...
by Marina Tavares
0

 
 
 

Entrevista com Henrique Broken Headz

Henrique Castelo Branco, mineiro, 21 anos, responsável pelo projeto Broken Headz, que é sucesso no Brasil inteiro, e agora se prepara para sua turnê no Japão. Marina – Como foi o início da sua carreira como músico e...
by Marina Tavares
0

 




3 Opinioes


  1. Iuri Rossini

    Meu nome é Iuri Rossini, sou publicitário e moro em Cataguases MG. Adorei essa entrevista com o Phanatic. Sou um amante da e-musi (Full On) e acompanho o seu trabalho a alguns anos. Parabéns a Marina Tavares pela entevista e o trabalho bem feito.
    Obrigado pelo espaço. Boa leitura!



Deixe um Comentário

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>