Entrevista

8 de março de 2011

WARM UP PLAYGROUND . BH . 30 DE JULHO . DIVINÓPOLIS DARTH & VADER – DIRTYLOUD – BALLOON

Mais por »
Escrito por: Marina Tavares
Tags:

O Warm da Playground Belo Horizonte, aconteceu na boate Lux Lounge, a nova sensação de Divinópolis, com a colaboração do produtor Balloon, da Eubiose Crew. A pista estava agitada, a noite inteira, até o amanhecer, ao som do DJ Balloon, DirtyLoud e Darth & Vader, que tocaram o melhor do eletro e levaram a galera a loucura.

Mais uma vez a festa brilhou, e podemos esperar mais, porque vem a Eubiose Club, que acontecerá novamente na Lux Lounge, no dia 13 de agosto, ao som do melhor electro da atualidade, com DJ Balloon, Twice Nice, The Fish House e V. Falabella.

A seguir você confere a entrevista do Dirtyloud, contando um pouco sobre sua carreira, seus planos, e como foi tocar em Divinópolis.

DirtyLoud é formado por Marcus Vinícius Campos e Eduardo Nascimento, naturais de Belo Horizonte, que já se apresentaram nas principais festas no Brasil, e no mundo inteiro.

Marina – Como vocês escolheram a carreira de DJ/ produtor?

Marcus Vinicíus – Eu já atuava nesse ramo de DJ, desde 2005, quando eu começei, e o Eduardo também já estava no ramo, no projeto que ele atuava de Psy Trance, na época, e é uma paixão, a música é uma paixão, que a gente tem em comum, nós vivemos disso, e amamos.

Eduardo - É a melhor coisa que existe, somente coisas boas. Eu começei a tocar baixo desde dos seis anos de idade, então eu acho que foi por isso que eu escolhi, isso me deixou feliz, e sempre me deu muito tesão.

Marina – Como foi o início do Dirtyloud?

Marcus Vinícius – Nós conhecemos em 2009, na época eu tinha um projeto de psytrance, e eu também tocava como dj set, em um projeto solo de electro, e quando nos conhecemos, apresentei minhas músicas, e o Du gostou bastante. Então resolvemos começar nosso projeto juntos, unindo nosso conhecimento, e estamos ai hoje, a festa hoje foi sensacional, e assim que começou tudo.

Marina – Por que vocês escolheram tocar Electro?

Marcus Vinícius - Eu ja tocava eletro desde quando eu começei, e quando conheci o Du, mostrei o som para ele. Ele ainda tão conhecia tão bem, até então, e ele também gostou muito do estilo, e achou que era um estilo muito bacana, dançante, pra frente, e ele se interessou bastante também.

Marina – Há quanto tempo vocês tocam?

Marcus Vinícius - Estamos juntos há três anos, começamos na Aquaria, na festa do nosso amigo Rosto
Eduardo – Começamos em maio de 2009.

Marina – Quais foram as suas principais influências?

Marcus Vinícius - Electro e Psy Trance, desde sempre.

Eduardo - Sim, foi essa mistura.

Marina – Vocês tem o plano do lançamento de um álbum?

Marcus Vinícius – Nós iremos fazer um álbum, mas ainda vai demorar um tempo, estamos procurando alguns contatos, gravadoras que possam fazer um trabalho bacana. Temos essa idéia sim, mas por enquanto é só uma idéia, e nos vamos trabalhar em cima disso, e ver o que vai dar.

Marina – Qual é o sentimento que rola quando vocês estão se apresentando?

Marcus Vinícius - Para quem viu hoje aqui, deu para percerber que é sensacional, a sensação é muito boa, e quando a galera responde, como foi aqui em Divinópolis, nos sentimos muito mais animados, e isso nos estimula a fazer uma apresentação melhor, e sempre é muito bom de qualquer forma, porque nós gostamos do que fazemos.

Marina – Como vocês veêm a cena eletrônica brasileira atualmente?

Marcus Vinícius – Para nós é uma das melhores, se não for a melhor. Nos temos fãns espalhados pelo Brasil inteiro, tocamos em festas grandes, de conceito e muito profissionais, com estrutura que você não consegue ver em outros lugares, com um público muito receptivo, que está ali para animar e agitar. Então acho que o Brasil não perde nada nesse aspecto, e eu posso falar que está entre um dos melhores.

Marina – Quais foram as principais festas e cidades que vocês já se apresentaram?

Eduardo - Nos tocamos na XXXperience de Curitiba, para 20.000 pessoas, foi gigante. A primeira foi a Aquaria, que também foi muito grande. Tocamos em Los Angeles em setembro de 2010, que foi muito importante, pois a galera lá curte muito o nosso estilo de som, e é onde os maiores artistas se do mundo se apresentam. O Canadá também foi muito bom, com um frio de -25 graus celsos.

Marcus Vinícius – Já fomos em todos os polos da música eletrônica do Brasil, nos estados que o pessoal mais curte, como Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. As festas sempre são muito boas, posso citar a Playground BH, lá tinha 30.000 pessoas na festa, Flowers 3D, foi sensacional a decoração, o palco, a galera e a resposta, e acredito que São Paulo sempre é, e não só a cidade, o estado como um todo, existem clubes muito legais, profissionais e grandes. Eu não consigo destacar uma festa, acho que todas têm tem uma particulariedade.

Eduardo - Todas são especiais, tem alguma coisa diferente, de alguma forma.

Marina – Quais são as próximas festas que vocês irão se tocar?

Marcus Vinícius - Estamos com uma turnê marcada para a Austrália em Agosto, duas semanas lá e duas em Nova Zelândia. Temos várias festas já fechadas no Brasil inteiro.

Marina – Quais são seus planos para o futuro?

Marcus Vinícius - O lançamento de várias músicas por uma gravadora, na verdade, essa semana já irá sair uma música nova, sempre as coisas se renovam, e achamos algo novo para fazer e novidades para lançar, para o pessoal acompanhar.

Confira o som do DirtyLoud: http://soundcloud.com/dirtyloud

http://www.myspace.com/442222250




Quem escreveu:

Marina Tavares





 
Falando Nisso
 

 
 

Entrevista com Gui Oliveira

Gui Oliveira, natural de Belo Horizonte, estudou piano e teclado durante nove anos, além de ouvir música eletrônica desde os sete anos. Começou com disco, house e dance, passou por estilos como techno e trance, até a desco...
by Marina Tavares
0

 
 
 

Entrevista com Ronaldo Galdino FlexB

Ronaldo Galdino, 18 anos, paulista, responsável pelos projetos FlexB e FlexSTEP, nós fala um pouco sobre sua trajetória e planos para o futuro. Marina – Conte-me um pouco de sua história e quando você começou a toca...
by Marina Tavares
0

 
 
 

Entrevista com Henrique Broken Headz

Henrique Castelo Branco, mineiro, 21 anos, responsável pelo projeto Broken Headz, que é sucesso no Brasil inteiro, e agora se prepara para sua turnê no Japão. Marina – Como foi o início da sua carreira como músico e...
by Marina Tavares
0

 




0 Opinaram


Comente Primeiro!


Deixe um Comentário

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>